filmes do final de semana #1

15.4.13
eu e dayan sempre assistimos muitos filmes nos finais de semana, e a necessidade de comentar um pouco sobre eles é crescente.
bem, as pessoas têm blog pra isso, né? e já que eu tenho o meu (há quase de 10 anos) que está sempre no marasmo, resolvi fazer essa sessão semanal sem intenção alguma de regularidade ou rigorosidade de acontecimento, afinal de contas esse é um blog pessoal e meu objetivo não é fazer resenhas, apenas comentários e impressões sobre os filmes que gostei - ou não - de assistir.

quero fazer a mesma coisa para livros, porém mensalmente. afinal de contas, minha rotina de leitura tem frequência, porém não a velocidade que eu gostaria que tivesse, rs...

esse final de semana assistimos 4 filmes que já estavam na lista há algum tempo. tentamos caminhar entre o clássico, o atual, o reflexivo, etc. e acho que o resultado foi bem produtivo.


não assisti nenhum outro filme do diretor, mas gostei do tratamento estético deste. a fotografia é leve, contínua e criativa, mesmo tratando de um tema pesado e violento, além de trabalhar muito bem com a trilha sonora. andrew dominik conseguiu achar beleza no que todos consideram repugnante. impossível ignorar a crítica política feita durante todo o filme, de uma forma bem explícita – com um desfecho na última cena que quase passa do ponto do sutíl para o exagerado, mas para mim não ficou muito claro qual foi a ligação que dominik quis dar entre a trama e o momento político. bush ou obama, estamos todos fodidos do mesmo jeito? será? enfim, achei que o filme vale pela beleza. o fato de ser parado não me incomodou tanto, embora isso tenha me distanciado em alguns momentos. link do filmow.


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o que dizer sobre esse filme? foi pedido um relatório por uma professora e eu sinceramente não tenho nem por onde começar. acho que mulheres ficam ainda mais indignadas com esse filme, por vivermos preconceitos diários (em outras proporções, claro). o enredo: Irlanda da década de 60, 3 mulheres são jogadas em um convento/lavanderia por suas famílias e por diferentes motivos (estupro sofrido, beleza exaltada, filho sem casamento). obrigadas à trabalho quase escravo e tratamento quase militar com direito a abusos físicos e psicológicos feitos por freiras desumanas. é uma história verídica e apesar de distante da nossa realidade nos atenta ao fato de que muita coisa mudou, mas muito há para se mudar ainda. o assunto está em voga ultimamente por causa deste caso e deste caso. link do filmow.


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faz algum tempo que esse filme estava na lista. assisti sem saber que era uma história quase verídica (ou pelo menos o fato de ter existido alguém com os problemas físicos de john merrick). conta a história de um homem com o corpo todo deformado que é explorado no em um freak show por seu "dono" até o dia em que um médico o resgata com a finalidade de estudar seu caso. porém médicos e enfermeiras, logo após susto e horror, se deparam com uma alma nobre, coração bom e gentileza. logo john fica famoso na alta sociedade inglesa e vira amigo pessoal da princesa de gales e de uma atriz de teatro famosa. não há assunto clichê que caia no esquecimento se tratando de david lynch. link do filmow.



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difícil é definir a interpretação de robert downey jr.
qualquer coisa que envolva charlito me deixa com expectativas altíssimas e robert não me decepcionou. o filme, apesar de muito longo (e tinha como ser curto?!) conta a história do maior nome do cinema de todos os tempos (opinião pessoal detected). estou em uma fase de descobrimento de sua obra e o filme só fez crescer minha admiração por essa figura atemporal. foi pelo filme que fiquei sabendo que existe uma auto-biografia, que será devidamente lida e comentada aqui depois. link do filmow.






apenas para completar o post, deixou vocês com uma imagem que exemplifica bem como meu final de semana foi feliz. :)


música pra sentir.

3.4.13

eu não sei de onde eu tiro a maioria dos artistas que ouço. grande parte simplesmente cai no meu colo, assim, de graça. resultado de 12 horas diárias dedicadas à vida online, at least.
sempre fui dessas que se interessa por música e gosto de coisa nova (das vantagens de ter namorado músico). sou eclética sim e sou da turma que acha que quem se define, se limita.

pois bem, achei matt corby assim, nessas aventuras internéticas, e ele faz o gênero música-arte-poesia, sabe? música que eu não sei onde termina o ouvir e começa o sentir e que faz mudar o meu dia, meu humor. me faz sorrir.

não tenho muita credibilidade pra falar de música e nem é essa minha intenção  mas como um dos posts mais acessado do blog é sobre uma seleção de novas bandas que tinha achado na vastidão da internet, achei que vocês gostariam de saber o que ando escutando. :)




começo a achar que cabeludos tem mais credibilidade charme na área musical e eu me peguei achando isso charmoso (e que ele não me escute leia).